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| Editorial |
OUTUBRO A DEZEMBRO 2011 |
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PACIFICAÇÃO - BENESSES, DIREITOS, DEVERES E AÇÕES
Evidentemente cabe aos moradores da Rocinha e suas lideranças comunitárias externarem sobre suas expectativas, esperanças e o que realmente haverá de modificações no seu dia-a-dia com a implantação da UPP nesse Bairro. Lembramos que pela legislação a Rocinha não é mais uma favela.
Agora a pacificação se tornou realidade, pois nunca houve data predeterminada pelo governo, vale ressaltar, conforme pesquisas, que a Rocinha caminhou de uma casa em 1920, para quase 30 mil residências, com quase 100 mil habitantes em 2011. São noventa e um anos da política da bica d'água. Que hoje em dia se transformou em política de omissão e conluio com ações ilegais.
Esperamos que esta medida tenha sido o pontapé inicial para outras medidas fundamentais que têm que ser acopladas nas áreas social, da educação, da saúde, do saneamento e fundamentalmente na contenção da expansão dessas comunidades. Esperamos realmente a presença do poder publico, que se ausentou quando o assunto é o crescimento das favelas, que enxergue a realidade de que se não houver um basta nessas invasões de áreas de risco e matas, em momento algum haverá melhoras na qualidade de vida dos moradores da Rocinha e muito menos nos de São Conrado. É preciso dar continuidade a construção do muro ecológico de proteção à Mata Atlântica que está paralisado há meses. Além dos direitos e benesses é preciso também exigir as obrigações dos cidadãos na obediência às leis, principalmente às de zoneamento e uso do espaço urbano. Não destruir as matas, não construir em encostas e áreas de risco. A economia e gastos iniciais geradas pela falta de intervenção inicial do estado acarretam elevados custos sociais e econômicos mais adiante.
Temos alertado ao Prefeito e ao Governo do Estado para uma nova favela que se iniciou nos anos 90 e hoje já existem 42 residências na encosta da Niemeyer, nos fundos do Complexo Esportivo da Rocinha, denominada “Favela da Matinha”. Nada é feito e uma nova invasão já está a caminho.
Isso poderá ser evitado se os poderes públicos despertarem. Remover 42 residências e reassentá-los na Rocinha nos parece perfeitamente possível. Como também é possível que alguns invasores dessa área de risco e mata, já possuam outras propriedades na Rocinha.
Temos instado o Município e o Estado no aproveitamento das verbas do PAC2 para que esses invasores sejam cadastrados nas novas edificações do projeto de urbanização da Rocinha, que surgiu quando a AMASCO em 2004, criou o 1º Fórum de Urbanização da Rocinha em conjunto com as principais lideranças comunitárias desse Bairro, na época.
São Conrado sempre teve uma grande integração com a Rocinha e sempre afirmamos que o que é bom para Rocinha é bom para São Conrado e vice e versa. Esperamos estar, finalmente, no rumo da evolução.
“Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos”
(Luiz de Camões - Poeta)
A Diretoria
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| Amasco e São Conrado na Mídia |
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LINHA 4: CLUBE DE ENGENHARIA PEDE AO GOVERNO MUDANÇA NO TRAÇADO
Jornal O Globo, Caderno Rio, 13 de Setembro de 2011.
A matéria fala que a medida que as obras avançam na Barra e em São Conrado cresce a polêmica em relação ao traçado. Os moradores do Leblon, Gávea e Jardim Botânico querem o projeto em que o traçado contemplava esses bairros, porém o Governo vai manter o traçado em direção a Ipanema.
TELEFÉRICO CONDUZ ROCINHA À POLÊMICA
Jornal O Globo, Caderno Rio, 18 de Outubro de 2011.
A matéria fala do Projeto dos Planos Inclinados da Rocinha, da construção de um teleférico, e da polêmica em torno da necessidade de uma nova licitação. De acordo com a matéria o Governo do Estado gastou dois milhões em estudo. O projeto inicial previa cinco planos inclinados e segundo o arquiteto, Luiz Carlos Toledo, a ideia era equacionar os grandes problemas da Rocinha, como o escoamento de águas pluviais responsáveis pelas línguas negras na Praia de São Conrado.
TOMADA DA ROCINHA É TESTE PARA O RIO
Jornal Folha de São Paulo, Caderno Poder, 13 de Novembro de 2011.
A matéria apresenta um perfil da Rocinha e aborda o desafio da ocupação pela Unidade de Polícia Pacificadora. Mostra os bairros vizinhos a comunidade, sua população, os moradores do Vidigal e as ligações terrestres com Gávea e São Conrado.
A HORA DA ROCINHA
Jornal O Globo, Caderno Opinião, 17 de Novembro de 2011.
Artigo do Presidente da AMASCO, José Britz que resgata o início da Rocinha, em 1920, com apenas uma casa e a expansão até os dias de hoje, com 30 mil residências, e os 91 anos da política da “bica d´água”. E o desejo de que a pacificação seja o ponta pé inicial para outras ações fundamentais nas áreas sociais, de educação, saúde, saneamento e, principalmente, na desaceleração do crescimento da Rocinha e o rumo do desenvolvimento.
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| AMASCO - Associação
de Moradores e Amigos de São Conrado Fundada em 1981 Estrada da
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