Hortas no telhado, uma alternativa saudável para quem vive na cidade

A pequena comunidade de Vila Canoas, em São Conrado, vem experimentando a gostosa sensação de tirar da terra o pão de cada dia. Com auxilio do Projeto Rio Hortas, desenvolvido pela Fundação Parques e Jardins, os moradores vêm cultivando nas lajes de suas casas verduras, legumes e ervas medicinais.

O cultivo em pequenas hortas domiciliares foi a solução encontrada para que o projeto de implantação de hortas comunitárias da FPJ pudesse atender às necessidades de quem não dispõe de áreas livres.

A falta de espaço para implantação dos canteiros conduziu à busca de alternativas. A utilização das lajes acabou por abrir as possibilidades de expansão do projeto original, constituindo-se numa opção bastante acessível para todos que procurem associar economia e saúde -explica o Diretor de Planejamento da FPJ, Roberto Ainbinder.

A colheita semanal de no mínimo 5 itens, entre folhas, raízes e temperos, em quantidade suficiente para a alimentação de 5 pessoas, requer um módulo composto por 30 caixotes de madeira (como os da feira), peneira, pá, e um regador.

Em Vila Canoas, o primeiro módulo domiciliar foi instalado na laje do posto de saúde local e já rendeu frutos: recentemente colheu-se, num único “canteiro/caixote”, 12 cenouras grandes, conta Lúcia Neves, técnica da FPJ que coordena o Rio Hortas. As cores e o frescor dos alimentos cultivados sem qualquer tipo de defensivo agrícola viraram atração na comunidade e vem motivando outros moradores à utilizarem suas lajes para o plantio produtivo.

Os interessados em montar sua própria horta, contam com o apoio técnico da Fundação Parques e Jardins que oferece as noções básicas do cultivo orgânico e da produção rotativa de alimentos, orientação quanto à adequação das espécies, adubação e criação de minhocários.

 

 

Reciclagem de latas no bairro. Vamos ajudar?

Colabore com a campanha para que nossa Escola Municipal ganhe um computador. É simples! Basta juntar em casa latinhas de alumínio.

Quando tiver uma quantidade razoável basta ligar que mandarão buscar, ou, se preferir pode levar pessoalmente à Escola Lúcia Miguel Pereira, situada na Rua Martagão Gesteira s/nº (no inicio da Estrada do Joá). Fale com as diretoras Regina ou Eliete pelo telefone 322.3454. Em campanhas anteriores a Escola já conseguiu copiadora xerox e aparelho de som. As crianças da escola vão adorar sua colaboração e agradecem antecipadamente.

 

Pilhas e Baterias

Ajude a preservar a natureza. Não jogue pilhas e baterias nas papeleiras de lixo de cor laranja. Use o local certo para colocar suas pilhas e baterias: as cestas de cor verde. Elas serão recolhidas pela Asaerj – Associação dos Serviços Autorizados em Eletrônica do Rio de Janeiro. Após a coleta, as mesmas serão encaminhadas para os fabricantes ou para o aterro industrial.

 

PILHAS, O ECOLOGICAMENTE CORRETO

Fomos consultados em janeiro por leitora de São Paulo que queria nossa ajuda na questão sobre onde jogar as pilhas usadas, pois nos dizia que em entendimentos com um fabricante de pilhas fora instruída a jogá-las no lixo comum!

Investigando a matéria, que é regulada pelas resoluções 257 e 263 do CONAMA do Ministério de Meio Ambiente (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e considerando que a resolução não esclareceu o usuário sobre como dispor das pilhas usadas, escrevemos ao Sr. Ministro José Sarney Filho, do Ministério do Meio Ambiente solicitando mais esclarecimentos, que até agora não foram recebidos.

Dessa forma, à falta de melhores luzes, recomendamos que as pilhas usadas sejam depositadas nas lixeiras verdes, colocadas na Av. Prefeito Mendes de Moraes junto ao número 950, na Av. Aquarela do Brasil em frente ao Hotel Intercontinental ou na Galeria 847 da Estrada da Gávea, ao lado do Correio e da Panasonic.

* Nesta página mantemos alguns artigos publicados no Informe São Conrado sobre reciclagem e ecologia, e especialmente mostramos fotografias e notas produzidas pelo naturalista Luiz Carlos Gurken relacionados com a fauna e flora do bairro.