A Villa Riso está ao alcance de todos. E vale a pena visitá-la, pois o seu acervo é uma volta ao passado e proporciona ao visitante um grande conhecimento sobre a história artística e musical do final do século passado. A exemplo do que acontece na Europa com os grandes castelos medievais, a Villa Riso foi transformada num centro cultural para que pudesse sobreviver, sendo mantido durante o ano inteiro um grande programa cultural e social, diz Cesarina Riso, responsável pela restauração da Villa.

Sede da fazenda São José da Alagoinha da Gávea, a casa da Villa Riso foi construída nos meados do ano 1700. As terras, do Gal. Salvador Corrêa de Sá e Benevides, iam da Gávea até Jacarepaguá e Tijuca. O local ficou conhecido como Morgadio de Asseca devido ao título de Visconde de Asseca que recebeu Martins Corrêa de Sá, filho do General. Em 1853, as terras passaram a novo dono, o Dr. Antônio Ferreira Viana, Ministro da Justiça do II Império.

Nessa época a frente da residência já era ornamentada por palmeiras plantadas pelo Imperador D. Pedro II.

A casa do engenho da fazenda, conhecida por Casa Azul, é hoje a sede do Gávea Golf Club.

Em 1932, o Comendador Osvaldo Riso comprou e restaurou a casa. Grande colecionador e admirador dos valores artísticos brasileiros, preocupou-se sempre em conservá-los. O gosto pela cultura ficou com sua filha, a pianista Cesarina Riso, que transformou a Villa Riso num grande centro cultural e social.

Depois da morte do Comendador a casa ficou quase 20 anos sem manutenção e foram necessários quase três para restaurá-la. Após a restauração passaram a ser realizadas exposições permanentes na galeria de arte, no antigo porão e concertos periódicos.

A Villa Riso também aluga seus salões para festas de aniversário, casamentos, lançamento de livros e obras de arte, reuniões de empresas, enfim qualquer tipo de evento. A casa é colonial e tem mobiliário autêntico da época.

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